Betsy e seus balões coloridos

Aventuras e histórinhas em São Paulo (e agora em Londres também!!)

Brincadeira! maio 28, 2009

Filed under: Carinhos e cafuné,Diversão — Priscila Valdes @ 9:33 pm
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“No momento em que você começa a enxergar a vida como uma coisa não-séria, como uma brincadeira, toda a pressão sobre o seu coração desaparece. Todo o medo da morte, da vida, do amor — tudo desaparece. A pessoa começa a se sentir muito leve, ou quase sem peso nenhum. Tão leve ela se torna, que é capaz de voar no céu aberto. A maior contribuição do Zen é oferecer-lhe uma alternativa à postura de homem sério. O homem sério fez o mundo, o homem sério inventou todas as religiões. Ele criou todas as filosofias, todas as culturas, todas as moralidades; tudo o que existe à sua volta é uma criação do homem sério. O Zen excluiu-se do mundo sério. Criou um mundo próprio muito divertido, cheio de risos, no qual até os grandes mestres se comportam como crianças”, Osho.

Que tal fazer da vida uma brincadeira? Pensando nisso, vão aí quatro coisinhas pra fazer até acabar a semana (fazer se quiser, porque aqui ninguém é obrigado a nada hehehe)!

 – Cometer um pecado – Dormir muito até a cara inchar ou comer chocolates e salgadinhos até a barriga doer ou…
 – Esquecer de tudo – Ler um livro despretensioso, assistir a um filme bem legal, cantar alto aquela música que ninguém sabe que você gosta (tipo, Shakira, Wando…)
 – Brincar – Pular amarelinha, pentear o cabelo de uma boneca, jogar volei, pular corda…
 – Ser artista – fazer desenhos com lápis coloridos, dançar música indiana que nem a menininha da novela das oito, arriscar aquela receita de bolo…

Simbora,  que a vida é uma festa!!! 😉

 

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Obedecer por obedecer, sem pensar, somente o senhor o faz, Capitão! janeiro 15, 2009

Filed under: Diversão — Priscila Valdes @ 8:04 pm
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Muitas coisas já foram escritas sobre o filme espanhol O Labirinto de Fauno, 2006. Cinema fantástico, suspense, crítica política… Ambientado na Espanha de 1944, em meio ao regime fascista, o filme traz uma história cheia de metáforas com princesas, monstros, fadas, guerras, sofrimento e dor capazes de tocar até o mais duro dos corações. Se quiser saber mais, leia a crítica.

Mas, sinceramente, eu aconselho você a dar um mergulho com o coração aberto nessa história. É poesia pura!

 

Apaixonadas-pelos-meninos-do-CQC julho 30, 2008

Filed under: Diversão,Vida urbana — Priscila Valdes @ 10:11 pm
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“Porque eles são super fofos”. “Porque eles são inteligentes.” “Porque hoje é dia de CQC uhhuuuuu!!”
Não tem mais outro assunto no sofá verde. Marco Luque para lá, é Rafael Cortez para cá. Porque o perfil do fulano no Orkut é assim, porque o vídeo no youtube de ciclano é assado…

O programa é bom de verdade. Marcelo Tas e equipe são muito legais. Mas eu não quero assistir isso nãaaaoooo. Vai que eu sou a próxima a sofrer da síndrome das apaixonadas-pelos-meninos-do-CQC.
Se você gosta do gênero, vai lá www.band.com.br/cqc

Mas cuidado, é contagioso! 😉

 

 

 

 

Cansei de ser descolada julho 7, 2008

Filed under: Diversão,Vida urbana — Priscila Valdes @ 11:03 pm
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Estava lendo esses dias uma notícia muito interessante de um gato mendigo de japona. Muito chique esse cara, vive em NY. Fiquei pensando nessa história de ser descolado e acho que andei buscando um pouco disso ultimamente. Conversando com muito gato de pedigree. Ouvindo música moderna e tomando biritinhas por aí. Passeando livremente pelas noites paulistanas. Êta, vida boa!

 

Em alguns momentos é incrível como o outro parece sempre ser mais interessante do que você. Porque é chato reconhecer, mas às vezes, é um porre ser a gente mesmo. Cansa. Daí você tenta ser mais legal, mais moderno, mais antenado, enfim, outro gato com uma vida bem diferente da sua. A fase é divertida, cheia de aprendizado, mas dura pouco. Porque você também cansa daquela vida demasiadamente descolada. Das roupas, da música, das pessoas. Daí você quer voltar a ser o que é: uma gata preguiçosa, que não gosta de delineador, ama a luz do dia, não faz escova, que assiste novela das oito e se pudesse tomaria sopa todos os dias. Isso não é muito glamoroso, né? Mas enfim, a fidelidade a si mesma ainda é o melhor entorpecente que criaram. Aquela sensação de orgulho de ser quem você é, sabe? Parece piegas, mas é um grande desafio nos dias de hoje.

 

Depois de tantas tentativas cheguei à conclusão mais evidente. Não adianta, sou gata sem raça e sem tribo. Apenas transito nas superfícies dessa cidade tão atraente. E meu charme está nisso. Vou continuar assim, pulando de telhado em telhado… Mas, calma! Retornando sempre para um cochilo bem preguiçoso no bom e velho sofá verde. Miau!