Betsy e seus balões coloridos

Aventuras e histórinhas em São Paulo (e agora em Londres também!!)

Agora sim: 2010 começou! janeiro 22, 2010

Filed under: Carinhos e cafuné,Diversão,Londres,Vida urbana — Priscila Valdes @ 1:57 am
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E como eu imaginava, cheio de mudanças e novidades.

O ano iniciou com o meu contrato de trabalho encerrado, reviravoltas no meu pagamento e a minha saída do apartamento. Foram dois anos morando no último apê e seis anos morando com a Lu… Haja história para contar! Nem preciso dizer o quão doloroso foi deixar a Vila Marienny ( e todo o cotidiano entre mim, Lucy e Flavienny), o famoso Sofá Verde e a Betsy (gata cinza que deu origem a esse blog). Ai… A Betsy…

O começo de janeiro foi tão difícil, mas tão difícil, que precisei de um ostracismo para me recuperar.

E foi, por conta disso, que o blog também ficou aqui abandonado…

Mas agora, recuperada, volto para dizer que terei novidades para o blog, já que Betsy deixa seu sofá verde para contar novidades de outro continente (chique, benhê).

Para agora, gostaria apenas de agradecer a todos que, de alguma forma, estão fazendo parte dessa nova jornada.

Em breve,  trarei novidades 🙂

PS: O gato só poderia ser da Alice de  Tim Burton, né?! Estranhamento singelo 😉

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Por que ele é tão constrangedor? dezembro 5, 2008

Filed under: Vida urbana — Priscila Valdes @ 4:56 pm
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Todo mundo faz, todo mundo sabe que faz, mas mesmo assim, a gente morre de vergonha quando é atacado por ele. Estou falando do número 2. Estava eu a caminho do aniversário da prima do meu namorado. Sabe aquela coisa, família reunida, comes e bebes e você querendo fazer a linha perfeita pra família “dele”?

O problema é que eu tinha comido um ralew desgraçado no Habbis e, a caminho da festa, já comecei a sentir aquelas contrações involuntárias. Quando chegamos, cumprimentei a vó, a tia, o pai, os amigos da aniversariante, o cachorro, o passarinho… Tava no meu modelinho namorada-perfeita-linda-e-despojada quando voltei a suar frio. A essa altura já comecei a estudar a arquitetura da casa e vi que o banheiro ficava bem no meio da festa, com todo mundo conversando e bebendo…

Pensei – Como eu vou usar esse banheiro com a festa toda aqui… Já imaginando a tempestade intestinal que estava por vir…

A essa altura meu namorado já tinha percebido a cor branca esverdeada que a minha pele estava tomando e resolveu perguntar para a prima se tinha um banheiro que eu pudesse usar…

Ela, gentilmente, vira pra mim e pergunta: “É para o número 2”???

Pouuxxaaaa, tava na minha cara que eu tava prestes a ter uma caganeira????? Queria poder falar nãooooo, imagina, eu não faço essas coisas na casa dos outros, é só para uma mijadinha de lady… A essa altura eu já não sabia se cuidava da minha vergonha, das minhas contorções ou se simplesmente deixava o destino agir e me esvaia em merda ali mesmo, na sala da casa nova. Acho que vendo meu desespero, ela ofereceu um dos seus quatro banheiros, recém-inaugurados, da casa impecável que acabara de construir.

No meio da escada, a caminho do que seria a minha salvação, ela solta –  “Fica tranqüila que tem papel em todos os banheiros…” Nesse instante a festa pára e a família toda olha pra mim…

Droga!! Por que?  Por que ele é tão constrangedor?