Betsy e seus balões coloridos

Aventuras e histórinhas em São Paulo (e agora em Londres também!!)

Até logo, 14 leitores! julho 25, 2011

Filed under: Carinhos e cafuné,Casa e comida,Diversão,Gatos,Londres,Vida urbana — Priscila Valdes @ 7:57 pm

Depois de muito pensar e repensar, eis que decidi acabar com o Betsy!

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh…. rs

O blog nasceu em 2007 logo quando eu, Luciana e Flávia mudamos para a Vila Mariana, para um apê maior, bacana e que prometia festas intermináveis, churrascos à beira da piscina e conversas regadas a muito vinho e sofá verde. Foram bons anos. Todos retratados aqui no blog.

Vocês acompanharam as observações de Betsy a nossa vida desregrada, até que passei a ser a narradora das histórias. Dividi com vocês alegrias, tristezas, mudanças e conquistas.

A gata Betsy morreu há mais de 1 ano e confesso que com a morte dela eu me senti um pouco estranha em dar continuidade ao blog. Mas tentei.

Agora passo por reformulações intensas. E não sei bem o quê escrever mais. Na verdade, talvez surja outro blog, com outras histórias, outros personagens, outras vivências. Quem sabe….

Eu me despeço do Betsy e dos meus 14 leitores com um abraço bemmmmm apertado, uma certa tristezinha e a certeza de que coisas melhores e mais divertidas estão chegando.

Então, até logo!

 

Aniversário!!!! janeiro 10, 2011

Filed under: Carinhos e cafuné,Diversão,Gatos — Priscila Valdes @ 7:32 pm

Sim, hoje o Betsy faz três anos!!!!

Viva à Betsy e aos antigos e novos 14 leitores que visitaram, deixaram seus comentários e encheram meu coração de alegria!!!

 

Parabéns para nós 🙂

 

Meus dias off de ócio novembro 18, 2010

Filed under: Gatos,Londres,Vida urbana — Priscila Valdes @ 5:44 pm

Eu preciso, PRECISO tomar vergonha na cara e fazer algo mais útil nos meus dias de folga. Ultimamente (nos últimos três meses) eu só fico em casa, me entorpecendo de TV, vinho e comida. Mas gente, aqui tá um friiiiiooooo! E além do mais, agora, por exemplo, são cinco da tarde e já está noite de verdade. Às quatro da tarde já está noite. Alías, dizem que no auge do inverno, às 3h da tarde já está noite. MEDO.

Ainda bem que no mês que vem vamos trabalhar praticamente todos os domingos. Em outra situação eu estaria espetando o vudu do meu chefe, mas como vou precisar ocupar a mente mês que vem, estou achando bom.

Pensando em ocupar a mente eu já assisti novamente toda a temporada de Sex And the City, Grey’s Anatomy, Ghost Whisperer, Private Practice e True Blood. É claro que nesse tempo eu poderia estar estudando, mas prefiro praticar meu “listening” 😉

Bom, é isso. Vou começar a assistir outra série, mas ainda não sei qual… Talvez House, Big Bang Theory ou How I met your mother… Não sei ainda.

Em março estou no Brasil*.

*Quero, entre muitas coisas, fazer outra tatuagem hohohoho 😉

 

 

 

 

Muito singelo julho 23, 2010

Filed under: Carinhos e cafuné,Gatos — Priscila Valdes @ 6:53 pm

Esse texto é da querida Sandryne. Ainda não tivemos a oportunidade de nos conhecermos pessoalmente, mas já dividimos algumas alegrias e tristezas.

O que dizer e pensar quando os nossos amigos queridos se vão? É uma dor tão grande, é um buraco que fica… É não conseguir  controlar as lágrimas quando elas vêm.  O que nos conforta é a esperança de imaginar que eles estão melhores, mais felizes.

Tomo a liberdade de reproduzir o texto, originalmente publicado no 7 Cronistas Crônicos.
É lindo e o reproduzo aqui extremamente emocionada. Obrigada, Sandryne!

Canil celestial, 21 de julho de 2010

Oi Dyne!!!

Cheguei! Fiz uma ótima viagem. O pessoal me deixou vir na janela, coloquei o fucinho do lado de fora e vim sentindo o vento forte na minha cara…puxa, quanto tempo que não fazia isso, que delícia! Ah, tenho uma novidade que vai te emocionar: voltei a enxergar, Dyne! Poucas horas após a minha partida e lá estava ela: a vida, bela e colorida para mim de novo. Andar então, foi rapidinho. E meus pêlos voltaram, estou todo branquinho novamente. Estou ótimo, pipoca, com saudades, mas feliz.

Aqui tem um espaço muito grande pra gente correr, brincar, ninguém se incomoda com os nossos latidos, temos comidas deliciosas à vontade (sei que eu comia aquelas rações lights para o meu bem, mas que era uma porcaria era…) e o principal: aqui tem altas cadelinhas lindas. Ainda não namorei ninguém, por enquanto estou só na paquera, mas você sabe que eu fui o poodle garanhão de Candeias, não sabe? Bons tempos… velhos tempos, agora eles voltarão… hehehehe.

Os nossos donos daqui nos levaram ontem para conhecermos os nossos quartos e adivinha? Ao lado do meu travesseiro estava aquela tua blusa amarela que mamãe sempre colocava para mim quando tu viajava… Eles disseram que é para quando a saudade apertar. Não a procure mais no guarda-roupas, ela não está mais lá! Já embaixo do travesseiro encontrei uma carta tua, chorei muito quando leram, mas foi de emoção. Diga à mainha que jamais esquecerei dela e que não teria vivido tanto tempo se não fosse por seus cuidados e amor. Peça desculpa à Aya pelas vezes que a mordi quando ela só queria brincar e ao painho, diga-o que lamento pelo meu ciúme exagerado, mas é que a minha mãe é muito linda!

Dyne, desculpa pelas noites mal dormidas, pela minha frescura em comer ração por ração na boca, pelo meu mau humor, minha aversão a banhos e meus puns no meio da noite. Obrigada por ir me buscar de madrugada quando eu errava o caminho da água e me perdia pela casa, pelas festinhas de aniversário, pelas roupinhas (muitas vezes ridículas, devo salientar), mas principalmente por, junto com mainha, ter sido os meus olhos e as minhas patinhas quando eu não pude mais ver nem andar.

Humm, outra coisa… nós temos um espaço separado dos gatos aqui (as brigas são iguais as daí), mas eles deixaram uma gatinha charmosa falar comigo. Ela soube que eu fui autorizado a enviar essa carta e estava chateada porque só teve direito a um telefonema quando partiu. Eu não a conheço , mas seu nome é Betsy e ela disse que você é amiga da dona dela, a Priscila. Ela disse que eu mandasse um beijo para a Pri e que estava feliz porque o Rafa estava com ela. Bonitinha ela, Dyne… mas tão cheia de si, independente… nossa!

Agora eu tenho que ir, mas nos encontramos nos sonhos, nas lembranças e recordações… Eu amo vocês com toda a força do meu coração. E obrigada pelos 16 anos, 1 mês e 5 dias de alegria, amor, carinho e dedicação.

Com saudades,

Lang lang lindo dhe mamãe (Savinho)

 

Betsy… abril 27, 2010

Filed under: Carinhos e cafuné,Casa e comida,Diversão,Gatos,Vida urbana — Priscila Valdes @ 11:57 pm

Eu acabei de receber a notícia que a Betsy, minha filhota, morreu. É estranha a dor de perder “alguém” que você ama tanto. Ama mesmo.

Ela sempre foi minha companheirona nas noites sem namorado, minha amiga nas noites sem baladas, minha confidente quando as palavras eram desnecessárias.

O blog continua aqui… Para eternizar a linda Betsy e seus balões coloridos.

 

O Nino é LINDO março 31, 2010

Filed under: Gatos — Priscila Valdes @ 9:46 pm
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Genten, quem quer conhecer um gatinho lindo, fofo e querido põe o dedo aqui 😀

 

The Cat Piano dezembro 3, 2009

Filed under: Diversão,Gatos — Priscila Valdes @ 1:55 pm
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 A premiada animação The Cat Piano está entre os pré-selecionados para o Oscar 2010 e é muito, mas muito legal. É claro que o tema, gatos boêmios, me atrai completamente 🙂

A animação é dirigida por Ari Gibson e Eddie White, que também escreveu o poema narrado no curta por Nick Cave.  

A história se passa numa cidade repleta de gatos cantores que começam a sumir misteriosamente.

Vale a pena conferir! Segue também o poema original:

By Eddie White

Long ago my city’s luminous heart, beat with the song of four thousand cats.
Crooners who shone in the moonlight mimicry of the spotlight.
Jazz singers. Hip cats that went ‘Scat!’
Buskers with open-mouthed hats hungry for a feed.
Parlours paraded purring glamorous songstresses.
Smoky hookahs and smoking hookers.
Strays strummed string and sung a cocktail of cat’s tails.
A decadent party of meowing sound.
A bohemian behemoth, post-midnight soiree.
Amongst the chorale ‘o tuneful ones was one fair queen who drew me from o’er the way.
Her fur, an amorous white and a voice that made all the angels of eternity sound tone deaf.
Blind with love at first sight, touched by the taste of her sound,
I longed to be the microphone she cradled near her breast.
‘Twas our Shang-ri-la of sound,
A paradise found where nothin’ could stop us.
Or so it seemed.
Singers began to vanish like sailors lost at sea.
Snatched from stage alley way
Shanghai’d from behind scarlet curtain.
Into thin air they disappeared without a single cry.
Police study the clues.
Foot-prints from human shoes.
So you’ve heard of every instrument but?
Torn from your history books is this pianola,
This harpsichord of harm.
The cruellest instrument to spawn from man’s grey cerebral soup.
The Cat Piano.
Confined were the cats in a row of cages.
With each note struck upon it’s ivory tusks,
A sharpened nail would pierce each cat’s tail,
Forcing a note from each pitch on the scale.
I ran my cursed writer’s run to tell her beware.
She wasn’t there.
My soul capsized.
Like a fish, paralysed.
On a chopping board, its spinal cord ripped forth from its body,
Her vocals the last the thief had needed,
A rare celestial pitch that would complete his collection.
The city in unrest.
Fights broke out in its sleep.
I couldn’t dream anymore.
There was a hole in my heart and everything fell out of it.
All music forbidden.
Keep your lullabies hidden.
And your A and E minors off the street after dark.
My town grew cold and bitter.
In icy hibernation was the once thumping heart.
Now seizing up.
Freezing up.
Katzenklavier.
The torturous worm of sound burrowed deep into my ears.
Le Piano du chat
I thought of Van Gogh.
Neko Piano.
I’d put an end to this incessant, inescapable drone.
Mao Gang Qin
I enlisted an army of the brave and I their general declared war.
Poised with tooth and fire in paw.
We would finally settle this musical score.
Eyes with fierce intent that glowed.
Through tempestuous waters we rowed.
Storming the shores,
Swarming in scores,
Scaling its walls with well-sharpened claws,
We invaded the tower through all its doors.
Up the winding stairs,
To meet him with blinding stares.
There he sat.
The organ grinder.
He turned, we pounced, we scratched and bit.
He stumbled.
Fell through the window.
Screaming into the indigo waters below.
We freed the chain gang from their jail.
Cremated the piano.
And for home we set sail.
The city had reclaimed its vestal muse.
It would live again.
Beat again.
Cats would sing in the street again.
And I in anonymity as I had been long before this soliloquy,
Could sit and listen from afar.
The Cat Piano, now a healed over wound.
And this ode its fading scar.

Para quem preferir, tem uma versão legendada, mas a qualidade do vídeo está bem inferior.