Betsy e seus balões coloridos

Aventuras e histórinhas em São Paulo (e agora em Londres também!!)

Boas festas! dezembro 21, 2009

Filed under: Carinhos e cafuné — Priscila Valdes @ 5:14 pm
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E que venha 2010! 🙂

 

Seduza o Universo dezembro 18, 2009

Filed under: Carinhos e cafuné — Priscila Valdes @ 6:11 pm
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Há um tempo, eu e a minha amiga Juju ficamos viciadas no filme Avassaladoras. Principalmente por causa daquela parte que o escritor ensinava Laura a “seduzir o universo”.

Ele dava umas dicas super legais de que é possível sim seduzir todos, mas sem nenhuma conotação sexual ou coisa parecida. Hoje entrei no blog da Danuza Leão e percebi que ela tinha escrito um texto muito legal falando sobre o assunto.

Eu queria mesmo conseguir colocar mais essa sedução em prática. Gestos delicados, olho no olho, caprichar em detalhes sutis na aparência, deixar a tromba de lado, sorrir ao dizer bom dia, obrigada, por favor e por ai vai…

Ah, mas como no dia-a-dia isso é difícil! Às vezes eu sinto vontade de sair empurrando todo mundo, só por conta do meu mal humor.

Péssimo, I know…

Seguindo a linha do Só por hoje… Que tal seduzir o universo?

Eu juro que vou tentar! 🙂

 

Quanta gente enjoada! dezembro 14, 2009

Filed under: Vida urbana — Priscila Valdes @ 7:08 pm
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Calma, não vou falar mal de ninguém 😉

Pelo contrário, vou é falar muito bem do Enjoei.com. Ainda na linha do Lavô tah novo, com o consumo consciente na cabeça, o site reúne coisas usadas ou não para serem vendidas. A proposta é super legal, as peças são lindas, os textos de cada produto são super bacanas e cheios de personalidade e ainda oferece fetiches de consumo, como esse aqui!!! Simmmm, você ainda há de ser meu!!!! hihihihi

 

Viajar para Londres – A escola – Parte 1 dezembro 10, 2009

Filed under: Londres,Vida urbana — Priscila Valdes @ 3:55 pm
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Como eu não sou mais uma teenager fiquei meio constrangida de falar – ah, vou estudar inglês e não fazer uma pós ou mestrado em terras estrangeiras. Então, para dar mais firulas aos meus propósitos internacionais decidi finalmente tentar o IELTS. A escolha do foco do curso ajuda a dar uma filtrada nas opções, já que elas são muito vastas mesmo.

Primeiro passo – procurar uma agência. Por que uma agência? Porque ela vai cuidar daquela parte burocrática chatérrimaaaa para você. As que eu entrei em contato foram essas (por partes):

London Connexion – eles administram cursos de 12 meses (acho que tem outras opções) e cuidam de toda a parte burocrática do visto para conseguir também trabalhar (o tal do General Student Visa Tier 4). Essa opção é muito interessante se você pretende ir para fora para estudar, mas principalmente trabalhar e curtir um pouquinho. Vale a pena mesmo se você quer ficar mais do que 24 semanas e não tem passaporte europeu. Os preços são super em conta, mas, na minha opinião, a qualidade das escolas é duvidosa. A agência não fica em São Paulo, mas o atendimento foi bacana, foram rápidos com as respostas e parecem já ter uma boa experiência com isso. Enfim, só não topei mesmo porque não tinha muito a ver com o meu objetivo. Mesmo assim, acho super válido se você tem outros propósitos, diferentes de tirar uma boa pontuação no IELTS. Conheço pessoas que foram para lá utilizando os serviços dessa agência e se deram bem.

Sem Destino – o atendimento foi ágil, eles disponibilizam um blog bem legal (na época estava meio desatualizado, mas não está mais) e a opção de escolas variadas, inclusive com preparatório para o IELTS. Acontece que os orçamentos que eles me enviaram eram de homestay e eu definitivamente não queria essa opção. Os valores do curso não vinham separados, mas eu também não solicitei então acabei ficando meio sem parâmetros para comparar os preços, e acabei deixando a Sem Destino meio de lado, em partes porque a loja ficava bem longe da minha casa e trabalho. Por pura preguiça, eu acabei desconsiderando essa opção. Apesar de trabalhar com internet, o contato teteatete para mim é super importante.

Depois tem mais! 😉

 

Lavô tá novo – Bazar dezembro 7, 2009

Filed under: Casa e comida,Vida urbana — Priscila Valdes @ 6:12 pm
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O 1º  evento do Lavô foi um sucesso! Como eu estou separando várias coisinhas para doar, vender e guardar por conta da viagem, foi uma mão na roda ter participado.

Além de rever amigas queridas e passar uma tarde deliciosa, faturei uma boa graninha que vai ajudar em algumas despesas. Só de pensar que tinham coisas paradas no meu guarda-roupa há anos, sem eu nunca nem ter usado, eu fico com vergonha!

Veja a cobertura completa (chique, benhê) do evento! E parabéns para a Paulinha, pela iniciativa, por ter cedido a casa, as etiquetas, os comes e bebes e por ter comprado várias coisinhas minhas hahahaha

O evento foi mesmo um sucesso!

 

The Cat Piano dezembro 3, 2009

Filed under: Diversão,Gatos — Priscila Valdes @ 1:55 pm
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 A premiada animação The Cat Piano está entre os pré-selecionados para o Oscar 2010 e é muito, mas muito legal. É claro que o tema, gatos boêmios, me atrai completamente 🙂

A animação é dirigida por Ari Gibson e Eddie White, que também escreveu o poema narrado no curta por Nick Cave.  

A história se passa numa cidade repleta de gatos cantores que começam a sumir misteriosamente.

Vale a pena conferir! Segue também o poema original:

By Eddie White

Long ago my city’s luminous heart, beat with the song of four thousand cats.
Crooners who shone in the moonlight mimicry of the spotlight.
Jazz singers. Hip cats that went ‘Scat!’
Buskers with open-mouthed hats hungry for a feed.
Parlours paraded purring glamorous songstresses.
Smoky hookahs and smoking hookers.
Strays strummed string and sung a cocktail of cat’s tails.
A decadent party of meowing sound.
A bohemian behemoth, post-midnight soiree.
Amongst the chorale ‘o tuneful ones was one fair queen who drew me from o’er the way.
Her fur, an amorous white and a voice that made all the angels of eternity sound tone deaf.
Blind with love at first sight, touched by the taste of her sound,
I longed to be the microphone she cradled near her breast.
‘Twas our Shang-ri-la of sound,
A paradise found where nothin’ could stop us.
Or so it seemed.
Singers began to vanish like sailors lost at sea.
Snatched from stage alley way
Shanghai’d from behind scarlet curtain.
Into thin air they disappeared without a single cry.
Police study the clues.
Foot-prints from human shoes.
So you’ve heard of every instrument but?
Torn from your history books is this pianola,
This harpsichord of harm.
The cruellest instrument to spawn from man’s grey cerebral soup.
The Cat Piano.
Confined were the cats in a row of cages.
With each note struck upon it’s ivory tusks,
A sharpened nail would pierce each cat’s tail,
Forcing a note from each pitch on the scale.
I ran my cursed writer’s run to tell her beware.
She wasn’t there.
My soul capsized.
Like a fish, paralysed.
On a chopping board, its spinal cord ripped forth from its body,
Her vocals the last the thief had needed,
A rare celestial pitch that would complete his collection.
The city in unrest.
Fights broke out in its sleep.
I couldn’t dream anymore.
There was a hole in my heart and everything fell out of it.
All music forbidden.
Keep your lullabies hidden.
And your A and E minors off the street after dark.
My town grew cold and bitter.
In icy hibernation was the once thumping heart.
Now seizing up.
Freezing up.
Katzenklavier.
The torturous worm of sound burrowed deep into my ears.
Le Piano du chat
I thought of Van Gogh.
Neko Piano.
I’d put an end to this incessant, inescapable drone.
Mao Gang Qin
I enlisted an army of the brave and I their general declared war.
Poised with tooth and fire in paw.
We would finally settle this musical score.
Eyes with fierce intent that glowed.
Through tempestuous waters we rowed.
Storming the shores,
Swarming in scores,
Scaling its walls with well-sharpened claws,
We invaded the tower through all its doors.
Up the winding stairs,
To meet him with blinding stares.
There he sat.
The organ grinder.
He turned, we pounced, we scratched and bit.
He stumbled.
Fell through the window.
Screaming into the indigo waters below.
We freed the chain gang from their jail.
Cremated the piano.
And for home we set sail.
The city had reclaimed its vestal muse.
It would live again.
Beat again.
Cats would sing in the street again.
And I in anonymity as I had been long before this soliloquy,
Could sit and listen from afar.
The Cat Piano, now a healed over wound.
And this ode its fading scar.

Para quem preferir, tem uma versão legendada, mas a qualidade do vídeo está bem inferior.

 

Quem mandou me trair? dezembro 2, 2009

Filed under: Diversão,Gatos — Priscila Valdes @ 12:38 am
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