Betsy e seus balões coloridos

Aventuras e histórinhas em São Paulo (e agora em Londres também!!)

Apaixonadas-pelos-meninos-do-CQC julho 30, 2008

Filed under: Diversão,Vida urbana — Priscila Valdes @ 10:11 pm
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“Porque eles são super fofos”. “Porque eles são inteligentes.” “Porque hoje é dia de CQC uhhuuuuu!!”
Não tem mais outro assunto no sofá verde. Marco Luque para lá, é Rafael Cortez para cá. Porque o perfil do fulano no Orkut é assim, porque o vídeo no youtube de ciclano é assado…

O programa é bom de verdade. Marcelo Tas e equipe são muito legais. Mas eu não quero assistir isso nãaaaoooo. Vai que eu sou a próxima a sofrer da síndrome das apaixonadas-pelos-meninos-do-CQC.
Se você gosta do gênero, vai lá www.band.com.br/cqc

Mas cuidado, é contagioso! 😉

 

 

 

 

Quando a vida dói, drinque cawbói julho 25, 2008

Filed under: Carinhos e cafuné,Vida urbana — Priscila Valdes @ 6:51 pm

Essa frase óoootima é do Xico Sá que é óoootimo também. Estava pensando que às vezes, parece que está tudo errado e fora do lugar. Que as coisas saíram de controle e, por mais que você insista numa situação, não adianta. Dizem que quando não é para ser, não é. E é perda de tempo insistir. Tentando aliviar um pouco o meu sentimento de vazio, acabei me deparando com o seguinte comentário:

‘”Deixe que o sentimento de confiança e relaxamento cresça cada vez mais; tudo está acontecendo exatamente como deveria.”

Eu acabei me sentindo meio confortada, embora as coisas que tenham acontecido não sejam das mais agradáveis. Mas acho que é isso mesmo. Tudo acontece como deve ser.  Então tá !

 

 

Eles só querem um lar julho 24, 2008

Filed under: Carinhos e cafuné,Casa e comida — Priscila Valdes @ 4:10 pm

Genten, vamos ajudar nossos amigos. Se você anda carente, precisando de companhia, chega de assistir TV ou procurar amigos em salas de bate-papo na internet!! Adote um cachorrinho! Tudo o que eles querem é um lar. Clique aqui e saiba mais!

 

Loiro raio de sol cintilante julho 21, 2008

Filed under: Carinhos e cafuné,Casa e comida,Diversão — Priscila Valdes @ 8:46 pm

Mudar é bom, né?! Faz a gente se sentir renovada, mais bonita. E hoje existem tantas opções, né? Escova de diamante, escova de chocolate,  escova de orquídea… Mas eu não queria fazer escova. Queria apenas “iluminar” o meu tom. Daí a mocinha veio com aquele álbum todo colorido cheio de cabelos cortadinhos, todos combinando, uma lindeza de se ver. Esses são os tons de vermelho quente. Esses, mostrou ela, são os vermelhos frios. Nossa, fiquei animada. Ia arrasar. E daí vieram os loiros: loiro mate escuro, loiro mel, loiro claro claríssimo! Que legal… Foi quando ela mostrou: o Loiro-raio-de-sol-cintilante.

Já me imaginei uma gata albina. Mas nada a ver. E ela insistiu. E insistiu. E insistiu. E daí ela me convenceu.  Na hora que ela lavou e secou me senti Linda.  Que gata o que… Uma pantera… 

Sim porque, segundo diz Gata Branca, elas colocam drogas no nosso café. Daquelas super-poderosas que fazem a gente ter alucinações e se sentir LIIINNDDDAA no espelho do salão. 

Mas quando o efeito passou, lá estava eu parecendo o mico-leão-dourado.

Mas tudo bem. Nada que um tonalizante Chocolate Amarrrrgo não resolva 😉

 

 

Depois da Sol, da Céu…O que virá? O inferno? julho 17, 2008

Filed under: Casa e comida,Diversão,Vida urbana — Priscila Valdes @ 9:04 pm

Gatíssimos, hoje eu vou falar de novela. Se não quiser ler, pode mudar de blog. Como a TV continua sendo o meu entorpecente predileto, adooroooo falar sobre novela.
E hoje vou falar particularmente da nova versão da Sol, a Céu. Sim, estou falando da Deborah Secco. Nada contra ela, de verdade. Mas que falta de criatividade colocarem ela no MESMO papel de garota-pobre-ingênua-e-guerreira-que-luta-pelos-seus-sonhos-por-meio-duvidosos.
Com aquele cabelo todo ensebado e um sotaque bem sem graça. Gente, deve ser péssimo ficar preso no mesmo papel. Como diz a minha dona, depois da Sol, da Céu e o que virá? O inferno? Cruzes!

E você deve estar pensando: desliga a TV e vai ler um livro. Poxa, tem hora que você não tá afim… Simples assim. O jeito vai ser assistir Pantanal. Ei, a Juma… Tá muito parecida com a Céu, a Sol.. Ai…Socorro!

 

Encontro amoroso julho 16, 2008

Filed under: Carinhos e cafuné,Vida urbana — Priscila Valdes @ 8:55 pm

Ela chegou apressada, suada e com a respiração ofegante. Estava meio descabelada. Logo se recompôs. Olhou ao redor, muitas pessoas. Ela teve a impressão de estar sendo analisada.

De canto de olho, percebeu um sujeito interessante. Cabelos negros, ombros largos, barba por fazer. Bem o seu tipo. Meio sem controle, voltou a olhar e percebeu que ele também a estava analisando, medindo, avaliando. Ui!

Sentiu aquele frio na barriga, um arrepio e soltou de leve um sorriso. Será que ele era casado? Gostava de meditação? Era vegetariano? Lia Foucault? Morava na Vila Madalena?

Estava rolando um clima. Ela sabia.
De repente, vem uma voz estridente que trouxe um sopro de realidade:
“Próxima estação: Brigadeiro”.

E ela desceu. Com aquela sensação de ter deixado escapar o amor de sua vida nos trilhos apressados do metrô de São Paulo. Mas tudo bem. Amanhã ela estará lá, no mesmo horário, descabelada, se perguntando: “quem sabe hoje ele não desce na minha estação!?”

 

De perto ninguém é normal… julho 11, 2008

Filed under: Carinhos e cafuné,Diversão — Priscila Valdes @ 8:21 pm

Segundo semestre começou e com ele todos os planos de uma vida nova: cuidar do corpinho, da saúde felina, dar um upgrade na vida social, encontrar um gato-gatíssimo e essas coisas que fazem parte da nossa lista de resoluções 2º semestre.

Dessa vez, resolvi ir além, e viver um momento só para me conhecer… Dias a fio entre gatos espirituosos tendo contato com a pessoa com quem mais vivo e convivo: eu mesma. =D

Cruz credo!  É mais fácil pensar no outro, né? Porque no outro a gente vê um pouco de si mesma, mas com um certo distanciamento… Afinal foi o “outro” quem pisou na bola… Visualizamos nossas reações, mas bem pouco das causas. É por isso que quando o negócio é com a gente, o bicho pega…

Mas no fim das contas, você vai bem fundo e começa até a gostar do que vê. Não sou assim, uma legítima pedigree, mas busco ser uma gata legal, que não arranha as visitas, não sobe em cima das camas com as patas molhadas de xixi e nem joga água na comida. E no final, a gente se depara com o mais óbvio: que de perto, meu bem, ninguém é normal… Ainda bem!